Economia e Negócios

Petróleo acima de US$ 100 afeta camisinhas, chiclete e fraldas; entenda

O conflito no Irã e as incertezas que ele criou sobre o Estreito de Ormuz, passagem importante para o transporte do petróleo no mundo, fez o preço do produto disparar para mais de US$ 100 por barril. Com isso, diversos países viram a inflação ser pressionada para além dos preços dos combustíveis.

A Karex, maior produtora de camisinhas do mundo, anunciou que a guerra provavelmente a levará a aumentar seus preços, sendo que fatores logísticos e produtivos foram afetados pelo conflito, o que levou a uma subida expressiva do custo de produção.

Isso se deve ao fato de itens necessários como o látex de nitrilo, que é derivado do petróleo, terem aumentado de valor.

E camisinhas não são o único produto inusitado que podem ser afetados pela crise. Confira outros:

Fraldas descartáveis
Em sua confecção, fraldas necessitam de polímeros superabsorventes e fibras sintéticas, ambos que são produzidos a partir da cadeia petroquímica.

Chicletes
Polímeros sintéticos, que são extraídos do petróleo, são utilizado para formar a base e manter a textura de diversos chicletes.

Além disso, outros alimentos também podem sofrer aumento de preço com a alta do petróleo, uma vez que alguns fertilizantes utilizam o produto como insumo.

Instrumentos musicais
Instrumentos como guitarras e violões usam cordas de nylon, que são desenvolvidas a partir de polímeros de petróleo.

Maquiagem
Itens como batons e cremes usam vaselina e parafina líquida, subprodutos do refino de petróleo, para terem brilho e consistência.

Giz de cera
Assim como velas, são produzidos com parafina, que é um subsproduto do refino de petróleo bruto.

Band.com.br

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