Policial

Polícia Militar desarticula central de distribuição de drogas avaliada em R$ 2 milhões na Capital

Uma operação da Polícia Militar desarticulou, nessa segunda-feira (30), uma residência que funcionava como ponto estratégico para o armazenamento e distribuição de entorpecentes em João Pessoa. O imóvel, localizado na divisa entre os bairros Jardim Veneza e Distrito Industrial, abrigava um estoque diversificado de substâncias ilícitas, cujo valor de mercado é estimado em mais de R$ 2 milhões pela corporação. A ação foi resultado de patrulhamentos intensificados e do processamento de informações sobre a movimentação atípica na localidade.

No interior da edificação, as guarnições apreenderam grandes quantidades de cocaína, crack e haxixe, além de drogas sintéticas como LSD e ecstasy. Além do material entorpecente, os policiais encontraram um revólver calibre 38, munições de variados calibres, medicamentos controlados e placas de veículos, o que levanta a suspeita de que o local também servia de apoio para outros tipos de práticas criminosas na Região Metropolitana. Todo o material foi catalogado e encaminhado para a Central de Polícia Civil para os procedimentos periciais.

De acordo com o capitão Cassiano, responsável pela operação, os suspeitos que estavam no imóvel conseguiram fugir ao perceberem a aproximação das equipes policiais. “As guarnições fizeram o adentramento e aproximação; os indivíduos correram e abandonaram a edificação”, explicou o oficial, detalhando que os criminosos aproveitaram a geografia do terreno para evadir-se antes do cerco total. Apesar das buscas realizadas em áreas de mata e ruas adjacentes logo após o flagrante, ninguém foi detido até o momento.

A Polícia Militar informou que manterá a vigilância reforçada na região do Distrito Industrial para identificar os responsáveis pelo entreposto e neutralizar novas tentativas de reestruturação do grupo criminoso. O caso agora segue sob investigação da Polícia Civil, que utilizará os materiais apreendidos para rastrear a origem das drogas e o envolvimento de outras células criminosas.

da Redação

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo