Produtor paraibano esclarece que cachaças legalizadas não possuem metanol na composição
O aumento dos casos de intoxicação por metanol em bebidas adulteradas acendeu um alerta em todo o país, mas produtores paraibanos garantem: cachaça registrada e fiscalizada não oferece esse risco. Alexandre Amorim Rodrigues, proprietário do Engenho Baraúna, em Alhandra, explicou que o controle de qualidade elimina qualquer possibilidade da substância estar presente no produto.
Segundo ele, o engenho segue rigorosamente as normas do Ministério da Agricultura e da Sudema. “Nosso manual de boas práticas é seguido à risca, o que já elimina totalmente o metanol da bebida”, afirmou.
Durante a destilação, processo que dura cerca de oito horas para produzir 150 litros, o metanol é a primeira substância a evaporar, saindo da bebida a 65 graus. Apenas a parte chamada “coração” é aproveitada na fabricação — as porções conhecidas como “cabeça” e “cauda” são descartadas.
O produtor alerta os consumidores para que só comprem cachaças com selo fiscal e registro oficial, garantindo segurança e procedência da bebida.
da Redação
